Observatório climático e energético em dados abertos
Integração de dados sobre água, incêndios, energia, qualidade do ar e riscos climáticos.
Dados em tempo real para proteger recursos, acelerar a transição energética e antecipar riscos climáticos.
Integração de dados sobre água, incêndios, energia, qualidade do ar e riscos climáticos.
Dados abertos sobre água, incêndios, qualidade do ar, energia e biodiversidade.
Integrar sensores, satélites e dados públicos num observatório climático nacional.
Comunidades de energia renovável apoiadas por plataformas públicas transparentes.
Acelerar comunidades de energia renovável em bairros, escolas, autarquias e empresas.
Dados ambientais dispersos reduzem capacidade de prevenção e responsabilização.
Cidadãos, municípios, agricultores, proteção civil, empresas e investigadores.
Dados meteorológicos, sensores, satélite, qualidade do ar, incêndios e consumo energético.
Criar observatório público com dados reutilizáveis, alertas e relatórios locais.
Integração de fontes públicas, APIs abertas e painéis municipais.
Médio. Integração de dados, visualização e manutenção.
Primeiro painel em 1 ano; expansão contínua.
Datasets publicados, alertas emitidos, uso por municípios e atualizações mensais.
dados incompletos; falsos alarmes; exclusão digital
fontes indicadas; validação humana; histórico de alterações; formatos acessíveis
IPMA; APA; DGEG; Proteção Civil; Copernicus
rascunho
Cada proposta deve poder receber crítica, fonte alternativa e sugestão de melhoria.
Privacidade, exclusão digital, enviesamento, custo e execução devem aparecer antes da decisão.
Revisão humana, auditoria, reclamação, transparência e acesso não digital são requisitos.
Envie fontes, problemas concretos, propostas ou críticas. O agente Ambiente ajuda a orientar o contributo e deve distinguir rascunho, posição oficial e explicação automática.