O PIA defende uma democracia mais inteligente: decisão humana, dados abertos, IA auditável e poder público permanentemente fiscalizado pelos cidadãos.
Nenhuma máquina governa. Nenhum algoritmo decide sozinho. A tecnologia serve as pessoas.
O PIA nasce para colocar tecnologia responsável, dados abertos e participação cidadã contínua ao serviço de um Estado mais simples, justo e escrutinável.
O PIA defende uma democracia mais inteligente: decisão humana, dados abertos, IA auditável e poder público permanentemente fiscalizado pelos cidadãos.
Nenhuma máquina governa. Nenhum algoritmo decide sozinho. A tecnologia serve as pessoas.
v0.1
Publicado para consulta pública.
Em consulta
Aberto a crítica, revisão e contributos.
Humana
A tecnologia apoia. A decisão democrática responde.
O PIA nasce de uma convicção simples: a democracia não está condenada a ser lenta, opaca e distante. Com tecnologia responsável, dados abertos e participação cidadã contínua, é possível construir um Estado mais simples, uma política mais transparente e decisões públicas mais bem fundamentadas.
Muitos cidadãos sentem que a política decide tarde, comunica mal e presta contas de forma insuficiente. Os problemas são complexos, mas as ferramentas de decisão continuam presas a ciclos curtos, linguagem opaca e informação dispersa.
A inteligência artificial pode ajudar a analisar dados, detetar desperdício, explicar decisões, organizar contributos públicos e antecipar riscos. Usada com regras claras, torna o poder mais observável e menos fechado sobre si próprio.
A IA não substitui representantes eleitos, responsabilidade política, direitos fundamentais, contraditório, deliberação democrática ou julgamento humano em matérias sensíveis. Nenhuma máquina governa. Nenhum algoritmo decide sozinho.
Defendemos um Estado simples, interoperável, claro na linguagem, aberto nos dados e rigoroso na proteção de pessoas vulneráveis. Um Estado que resolve problemas sem obrigar os cidadãos a conhecer labirintos administrativos.
Defendemos uma democracia representativa mais participada, com consultas permanentes, promessas acompanhadas, decisões justificadas e fiscalização pública em tempo quase real.
Defendemos produtividade com inclusão: PME apoiadas na adoção responsável de IA, trabalhadores formados, inovação orientada para melhores salários e serviços públicos que reduzem custos de contexto.
Defendemos direito à explicação, revisão humana, proteção de dados, segurança, acessibilidade, alternativa não digital e combate ao enviesamento algorítmico.
O PIA compromete-se a publicar versões do manifesto, programa, estatutos, política de IA, decisões relevantes, contas, auditorias, fontes dos agentes e respostas fundamentadas às consultas públicas.
Este projeto só faz sentido se for escrutinado, corrigido e melhorado por cidadãos. O convite é simples: leia, questione, proponha, critique e acompanhe a evolução pública do PIA.
Cada promessa deve ter prova: documento, decisão, versão, relatório, auditoria ou resposta fundamentada.
Ver transparência →O manifesto é um ponto de partida. O programa deve evoluir com contributos públicos e avaliação de impacto.
Participar →As ideias centrais do manifesto ligam-se a medidas-bandeira com custos, riscos, métricas e fontes.
Ver programa →Faça perguntas aos agentes do PIA, peça fontes e deixe propostas de alteração. O escrutínio faz parte da identidade do projeto.