PIAPartido da Inteligência Artificial

O Partido

Inteligência ao serviço da democracia, com pessoas no centro e tecnologia sob escrutínio público.

Quem somos

O Partido da Inteligência Artificial é um projeto político português que defende uma democracia mais transparente, participada e capaz de responder aos desafios do século XXI.

Acreditamos que a inteligência artificial pode ajudar a ouvir melhor, decidir com mais evidência e fiscalizar melhor o poder. Mas rejeitamos qualquer ideia de governo automático: a responsabilidade política é humana, democrática e escrutinável.

Missão

Colocar dados, ciência e tecnologia ao serviço de políticas públicas justas, simples e eficazes.

Visão

Um Portugal onde o Estado funciona sem labirintos burocráticos, onde os cidadãos acompanham decisões em tempo real e onde a inovação melhora a vida concreta das pessoas.

Estatutos e organização

O PIA organiza-se de forma democrática, transparente e descentralizada.

Órgãos nacionais

  • Congresso Nacional: órgão máximo de deliberação
  • Direção Nacional: coordenação política e execução estratégica
  • Conselho Fiscal e de Transparência: fiscalização financeira e administrativa
  • Conselho de Jurisdição: garantia estatutária e resolução de conflitos
  • Conselho Ético de IA: avaliação independente do uso de sistemas algorítmicos

Conselho Ético de IA

O Conselho Ético de IA avalia riscos, enviesamentos, transparência e impacto social de ferramentas tecnológicas usadas pelo partido.

Compete-lhe:

  • Emitir pareceres públicos
  • Auditar modelos e dados sempre que aplicável
  • Garantir direito à explicação e revisão humana
  • Recomendar suspensão de sistemas que não cumpram os princípios do PIA

Compromisso público

O PIA compromete-se a publicar decisões relevantes, critérios de votação, relatórios de atividade, contas e informação sobre uso de IA.

O que nos distingue

  • Política baseada em evidência, não em ruído
  • Tecnologia com controlo democrático
  • Participação cidadã contínua
  • Prestação de contas mensurável
  • Defesa intransigente dos direitos fundamentais
Transparência radical

Contas, decisões, fontes e modelos de IA explicáveis e sujeitos a escrutínio público.

Humanismo tecnológico

A tecnologia serve as pessoas, os direitos fundamentais e a dignidade humana.

Participação contínua

Democracia mais próxima, com consultas públicas, escuta ativa e resposta fundamentada.

Decisão por evidência

Políticas públicas testadas, medidas, auditadas e corrigidas quando não funcionam.